A tela deixa de ser TV aberta
Nada de novela, jornal da tarde ou anúncio de outra loja rodando na sua sala de espera. Quem está esperando olha para o que é seu.
Livreto
A gente instala o player na sua TV, publica o que você quer mostrar e vigia a tela de longe. Para a sala de espera do seu negócio, o refeitório da sua empresa e o elevador do seu prédio.

A mesma plataforma serve a sala de espera, o refeitório e o elevador. O que muda é quem paga e o que ele quer que a tela diga.
Restaurante, clínica, academia, salão, pet, loja. A tela da sua sala de espera pode vender o seu cardápio e a sua promoção — em vez da novela ou do anúncio de outro negócio.

Ela está ali o dia inteiro, na frente de quem já entrou e ainda não comprou tudo. Com o Corpflix ela passa a trabalhar pelo seu negócio — e não pelo de outro.
Nada de novela, jornal da tarde ou anúncio de outra loja rodando na sua sala de espera. Quem está esperando olha para o que é seu.
Cardápio, promoção do dia, serviço novo, vídeo institucional — o que você quer vender, no loop.
Mudou o preço, entrou um prato novo? Você manda a peça para o nosso time e ele publica. Ninguém vai até a loja com pendrive.
O happy hour entra às dezoito, o almoço executivo só ao meio-dia, o fim de semana tem a sua própria grade. Cada peça tem dia e horário.
Notícias, clima da cidade e cotação do dólar preenchem o intervalo — o cliente para de olhar o relógio.
Franquia e rede ficam no mesmo painel, com o conteúdo de cada unidade — a promoção de uma cidade não aparece na outra.
Metade da empresa não senta na frente de um computador. A tela do refeitório e do corredor alcança essa metade — sem anúncio de terceiro no meio.

O RH manda a campanha, a regra nova, o recado da diretoria. A gente publica, e a mensagem fica no refeitório, no corredor e na recepção — cada ambiente com o seu.
A produção, a portaria, a cozinha, o depósito. Quem não senta na frente de um computador passa pela tela.
O combinado do refeitório, do corredor e da área de serviço fica exposto onde a regra vale — não num manual que ninguém abriu.
Lançamento, mudança de processo, campanha interna, recado da diretoria. O RH manda, a gente publica.
Nenhum anunciante de fora entra na grade de uma empresa: ela é montada só com o que o RH mandou, mais notícias, clima e cotações.
Refeitório, recepção, sala de reunião e corredor podem exibir coisas diferentes, no mesmo painel.
O aviso do turno da noite entra à noite. Dia da semana e horário, peça por peça.
Todo morador passa pelo elevador todo dia. Ele vira o canal de recado do síndico — e um espaço que ainda pode ser cedido ao comércio da região.

Manutenção, assembleia, regra da piscina. O síndico manda, a gente publica — e o aviso sai da tela quando deixa de valer, em vez de ficar colado na parede um mês.
Todo morador entra no elevador. O aviso alcança quem nunca abre o aplicativo nem para diante do mural.
Manutenção, assembleia, regra nova da piscina. O recado é escrito para a tela e entra na cabine em segundos, sem trocar cartaz.
Cada peça entra no dia e na hora combinados — o aviso de manutenção só na semana da manutenção.
O morador informado enquanto espera: manchetes de oito veículos, a previsão do tempo da cidade e o dólar do dia.
Sete layouts, três deles com a tela em pé — o formato se adapta ao que cabe na cabine.
O condomínio pode ceder parte do tempo ao comércio da região. A grade separa o que é anúncio do que é utilidade; o contrato com quem anuncia é combinado por fora.
Uma TV desligada não avisa ninguém: ela só fica preta até alguém reparar. A mesma operação que já cuida de dezenas de telas no ar vigia a sua de longe — e age antes de o cliente comentar.
Cada TV dá sinal ao servidor a cada três segundos. Ninguém descobre que a tela apagou pelo cliente.
Tela fora do ar por mais de uma hora vira alerta para o nosso time — e todo dia sai um resumo de quem caiu e quem voltou.
Travou? O player é reiniciado do painel, sem alguém subir até o elevador ou atravessar a cidade até a loja.
O conteúdo fica guardado no próprio player: o link cai e a tela continua tocando o que já tinha baixado.
Versão instalada, espaço em disco, tempo ligado e as falhas do player chegam até a gente sem ir até o local.
O conteúdo vive na nuvem. Na ponta, uma TV com Android ou um aparelho pequeno ligado a qualquer tela.
Entre uma peça sua e outra, a tela informa sozinha — notícia, clima e cotação —, no layout que cabe na parede, no refeitório ou na cabine.
A peça que você já tem serve: o vídeo institucional, a arte da promoção, a trilha da loja.
Dezenove categorias, de economia a esporte, trazidas de oito fontes de notícia — o assunto do dia sem ninguém digitar.
Cada tela mostra a previsão da cidade onde está, não da capital.
Dólar, euro, bitcoin, Ibovespa e Nasdaq na tela, atualizados sozinhos.
Tela cheia ou com barras de informação — e três formatos verticais, para a TV em pé.
Do painel em alta definição ao monitor mais antigo, na horizontal ou girado.
Por dia da semana: a tela acende quando a loja abre e dorme quando fecha.
Cada item da grade tem os seus dias e horários. O que não é hora, não passa.
Você não precisa aprender sistema nenhum. Diz o que quer mostrar e quando — o resto é com a gente.
O player vai na TV que você já tem, ou num aparelho pequeno ligado a ela. Não tem servidor para comprar.
Você manda a peça e diz quando ela deve passar. O nosso time monta a grade e publica.
Cada tela dá sinal a cada três segundos. Se calar, o nosso time é avisado e age de longe.
Um livreto que só lista virtude não ajuda ninguém a decidir. Isto aqui é o que ele não resolve — para você não descobrir depois de fechar.
Quem publica é o nosso time. Não existe login para você mesmo subir a peça pelo celular: você manda, a gente publica — e cuida da grade junto.
O sistema não conta quantas vezes cada peça passou nem emite comprovante de exibição. Nenhuma prova de veiculação sai daqui para mostrar a um anunciante.
Não há boleto, repasse nem divisão de receita dentro do sistema. Se a tela tiver espaço vendido, o contrato e a cobrança correm por fora.
Não existe filtro no sistema que bloqueie uma categoria ou uma marca. O que não pode aparecer na sua tela é combinado com o nosso time e respeitado na montagem da grade.
O recado é escrito para a tela. Nenhum aviso de e-mail, mural ou aplicativo vai para a TV sozinho — e não há lista de aniversariantes automática.
Nenhuma câmera conta quem olhou para a tela. O que a gente acompanha é se ela está ligada e tocando.
Sem link, a tela segue com o que já tinha baixado. A peça nova chega quando a conexão volta — e sem energia, naturalmente, não há tela.
A mesma plataforma na sala de espera, no refeitório e no elevador.
Na TV que você já tem ou num aparelho pequeno.
E o nosso time publica e monta a grade.
Dia da semana e hora, peça por peça.
Loja, ambiente ou cabine, cada um com o seu.
Oito veículos, dezenove categorias, a cidade da TV.
Dólar, euro, bitcoin, Ibovespa e Nasdaq.
Sete layouts, três verticais, seis resoluções.
Alerta depois de uma hora fora e resumo diário.
O conteúdo fica guardado no player.
Conte onde ela fica e o que você quer mostrar. A gente instala, publica e cuida para ela não apagar sem ninguém ver.
Baixe o PDF para apresentar offline ou mandar por e-mail.